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WpMetadataNoticeLast published Thu, Nov 8, 2018
Nunca gostei muito de festas. Isso não significa que não vou, pelo contrário, eu vou em muitas e costumo curtir bastante. Mas se você me perguntar, vou dizer que prefiro pedir uma pizza e ficar assistindo algum filme ou jogando video game. Obviamente que tem um motivo para eu possuir esse tipo incomum de preferencia. E eis o motivo: Sou preguiçoso. Preguiçoso no nível hard. Por exemplo: A noite, quando estou com fome, eu prefiro dormir e esperar o outro dia ao levantar e comer. E a minha casa nem é tão grande. Mas isso não vem ao caso. Estou contando isso porque essa história começa em uma festa, quero dizer, não uma festa e sim A festa. Meu nome é Lucas, tenho 19 anos e a festa em questão é para comemorar o aniversário de 50 da minha mãe. A magnífica dr. Edilamar Célia... Ou pelo menos é isso o que todos pensam sobre ela. Não é pra menos, ela está sempre arrumada, com pose de durona e ao mesmo tempo compartilha a compaixão e o amor que ela NÃO tem... Mas isso é um segredo nosso okay?
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ATENÇÃO: Esse livro está cheio de erros. Pretendo editar o mais rápido possível. Espero que entendam. SINOPSE: Eu nem acredito, que depois de anos vivendo no Brasil, onde eu nasci, onde construí minha vida, onde fiz amizades e paixões, onde havia aprendido muitas coisas, onde eu tive a liberdade de passear no meu lar, vendo as árvores, os pássaros cantando felizes, as pessoas boas que contagiavam os seus sorrisos, depois de tudo que aconteceu aqui, vou morar em um outro país, onde eu só passava as férias para ver minha família. Agora eu ia ver todos os dias meus familiares e passar, muito, mas muito frio. Eu sei que deve ser exagero, que eu devia estar feliz de ficar um ano finalmente no meu verdadeiro lar, mas pensa numa adolescente exagerada e sensível, largando tudo o que cicatrizou num lugar onde achava que fosse seu lar. Eu estou confusa, exausta de tanto pensar e imaginar... Abandonar minhas amigas, minha família da parte de pai(que não são tanta gente que nem a família da parte da minha mãe),minha escola, meu quarto,... Eu sei que isso tudo vai ter um fim. Mas viver um ano, pra mim, é muita coisa. Meus pais acharam que eu estava muito triste esses dias. Por isso me deram um diário, que era da minha avó que estava todo usado. Rasguei todas as folhas usadas e comecei a utilizar a parte vazia. Que saco. Escrever não é pra mim. Ou será que é? Capa feita por: @MileneCristy

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