Enfim, senhoras e senhores, chegamos.
Aqui começa a parte final — o tão esperado desfecho desta história que fez rir, doeu, indignou (me perdoem, juro que não foi pessoal kkk) e, espero, ficou com vocês de alguma forma.
Não poderia estar mais feliz em compartilhar algo que nasceu sem aviso, me arrebatou e que, francamente, não cabia mais guardado em um simples bloco de notas.
Aqui está Severo Snape — como eu o vejo, como o entendo, e mais ainda: como gostaria que ele tivesse sido explorado, descoberto e, finalmente, amado.
O final da saga de Harry Potter, tanto nos livros quanto nos filmes, ardeu por dias em mim. Não apenas por amar tudo aquilo e não conseguir me despedir direito (sou péssima com isso), mas porque fiquei hipnotizada por Severo Snape — nosso belíssimo e inesquecível Alan Rickman — desde aquele primeiro olhar discreto na mesa dos professores.
Agradeço, de coração, a todos que acompanharam esse projeto e o ajudaram a crescer. Levo comigo cada leitor, cada comentário, cada partilha.
Esse final é para todos que, algum dia, desejaram que Severo Snape tivesse conhecido — nos lábios de alguém — o sentimento que ele sempre carregou em silêncio e com coragem:
o amor.